Niveis AlfaBetização Produtor Cultural

texto adaptado de resultados
do Indicador do Alfabetismo Funcional (Inaf) 2011-2012
pesquisa produzida pelo Instituto Paulo Montenegro
e a organização não governamental Ação Educativa.

Produtor Cultural Analfabeto:
não conseguem realizar nem mesmo tarefas simples que envolvem a leitura
de palavras e frases ainda que uma parcela destes consiga ler números familiares.
assistem videos de entretenimento com apresentadores falantes narrando acontecimentos.

Produtor Cultural Alfabetizado em nível rudimentar:
localizam uma informação explícita em textos curtos, leem e escrevem números usuais e realizam operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento
de pequenas quantias. assistem a videos com cenas de acontecimentos de tipo documental envolvendo ação.

Produtor Cultural Alfabetizado em nível básico:
leem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo
com pequenas inferências, leem números na casa dos milhões, resolvem problemas envolvendo uma sequência simples de operações e têm noção de proporcionalidade.
assistem a videos com cenas de acontecimentos de tipo documental envolvendo ação
e videos contendo cenas de acontecimentos de outras culturas, apesar da barreira do idioma; eventualmente assistem a animações infantis ou adultas, com personagens;
tem uma atividade criativa como hobby e procuram na web por produtores similares
enquanto procuram concurso para ter a vida profissional equilibrada.

Produtor Cultural Alfabetizados em nível pleno:
leem textos mais longos, analisam e relacionam suas partes, comparam
e avaliam informações, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas,
mapas e gráficos.  assistem videos de várias culturas com infografia e computação grafica, videos documentais e trechos de espetáculos de dança e teatro; tem uma atividade criativa como parte de seu cotidiano e procuram na web por produtores similares, se interessando também pelo processo de realização e comercialização
se preparando para atuar como empreendedores da economia criativa.

– adicionei ”Produtor Cultural” e ‘considerações sobre tipos de videos que assistem
em virtude de pesquisa de campo, ainda incompleta.

as informações de analfabetismo são da Agência Brasil;
http://www.ipm.org.br/ipmb_pagina.php?mpg=4.02.00.00.00&ver=por

* segue o texto completo:
Pesquisa da INAF e veiculação da Agência Brasil ou seja, os dados são oficiais.
Menos de 30% dos brasileiros são plenamente alfabetizados, diz pesquisa

Brasília – Apenas 35% das pessoas com ensino médio completo podem ser consideradas plenamente alfabetizadas e 38% dos brasileiros com formação superior têm nível insuficiente em leitura e escrita. É o que apontam os resultados do Indicador
do Alfabetismo Funcional (Inaf) 2011-2012, pesquisa produzida pelo Instituto
Paulo Montenegro e a organização não governamental Ação Educativa.

A pesquisa avalia, de forma amostral, por meio de entrevistas e um teste cognitivo,
a capacidade de leitura e compreensão de textos e outras tarefas básicas
que dependem do domínio da leitura e escrita. A partir dos resultados, a população
é dividida em quatro grupos: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar,
alfabetizados em nível básico e plenamente alfabetizados.

Os resultados da última edição do Inaf mostram que apenas 26% da população
podem ser consideradas plenamente alfabetizadas – mesmo patamar verificado em 2001, quando o indicador foi calculado pela primeira vez. Os chamados analfabetos funcionais representam 27% e a maior parte (47%) da população apresenta um nível de alfabetização básico.

“Os resultados evidenciam que o Brasil já avançou, principalmente nos níveis iniciais
do alfabetismo, mas não conseguiu progressos visíveis no alcance do pleno domínio
de habilidades que são hoje condição imprescindível para a inserção plena
na sociedade letrada”, aponta o relatório do Inaf 2011-2012.

O estudo também indica que há uma relação entre o nível de alfabetização
e a renda das famílias: à medida que a renda cresce, a proporção de alfabetizados
em nível rudimentar diminui. Na população com renda familiar superior a 5 salários mínimos, 52% são considerados plenamente alfabetizados. Na outra ponta,
entre as famílias que recebem até um salário por mês, apenas 8% atingem
o nível pleno de alfabetização.

De acordo com o estudo, a chegada dos mais pobres ao sistema de ensino NÃO foi acompanhada dos devidos investimentos para garantir as condições adequadas de aprendizagem. Com isso, apesar da escolaridade média do brasileiro ter melhorado
nos últimos anos, a inclusão no sistema de ensino não representou
melhora significativa nos níveis gerais de alfabetização da população.

“O esforço despendido pelos governos e também pela população de se manter
por mais tempo na escola básica e buscar o ensino superior não resulta nos ganhos
de aprendizagem esperados. Novos estratos sociais chegam às etapas educacionais
mais elevadas, mas provavelmente não gozam de condições adequadas
para alcançarem os níveis mais altos de alfabetismo, que eram garantidos
quando esse nível de ensino era mais elitizado. A busca de uma nova qualidade
para a educação escolar em especial nos sistemas públicos de ensino deve ser concomitante ao esforço de ampliação de escala no atendimento para que a escola garanta efetivamente o direito à aprendizagem ”, resume o relatório.

Veja quais são os quatro níveis de alfabetização identificados
pelo Inaf 2011-2012:

Analfabetos: não conseguem realizar nem mesmo tarefas simples que envolvem
a leitura de palavras e frases ainda que uma parcela destes consiga ler números familiares.

Alfabetizados em nível rudimentar: localizam uma informação explícita em textos curtos, leem e escrevem números usuais e realizam operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias.

Alfabetizados em nível básico: leem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo com pequenas inferências, leem números na casa
dos milhões, resolvem problemas envolvendo uma sequência simples de operações
e têm noção de proporcionalidade.

Alfabetizados em nível pleno: leem textos mais longos, analisam e relacionam
suas partes, comparam e avaliam informações, distinguem fato de opinião,
realizam inferências e sínteses. Resolvem problemas que exigem maior planejamento
e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas, mapas e gráficos.

As informações são da Agência Brasil

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